sábado, 18 de abril de 2009
Essa é boa...
CREIO...
Copiado sem autorização do blog de um cidadão português
"Creio em mim mesmo;
creio nos que trabalham comigo;
creio nos meus amigos;
creio na minha família;
creio que Deus me emprestará
tudo que necessito para triunfar,
contanto que eu me esforce
para alcançar com meios lícitos e honestos;
creio nas orações
e nunca fecharei os meus olhos para dormir, sem pedir antes a devida orientação
a fim de ser paciente com os outros e tolerante
com os que não acreditam como eu acredito;
creio que o triunfo é resultado de esforço inteligente,
que não depende de sorte, de magia, de amigos, companheiros duvidosos ou de meu chefe;
creio que tirarei da vida exatamente o que nela colocar.
E, assim sendo, serei cauteloso quando tratar os outros, como quero que eles sejam comigo.
Não caluniarei aqueles que não gosto;
não diminuirei meu trabalho por ver que os
outros o fazem;
prestarei o melhor serviço de que sou capaz,
porque jurei a mim mesmo triunfar na vida, e
sei que o triunfo é sempre resultado do esforço
consciente e eficaz
Finalmente, perdoarei os que me ofendem, porque compreendo que as vezes ofendo os outros e necessito de perdão."
(Mahatma Gandhi)
domingo, 12 de abril de 2009
O AMOR QUE FICA
E-mail reenviado por um amigo:
Artigo do Dr. Rogério Brandão
Médico oncologista clínico – Recife
Médico cancerologista, já calejado com longos 29 anos de atuação profissional, com toda vivência e experiência que o exercício da medicina nos traz, posso afirmar que cresci e me modifiquei com os dramas vivenciados pelos meus pacientes.
Dizem que a dor é quem ensina a gemer. Não conhecemos nossa verdadeira dimensão, até que, pegos pela adversidade, descobrimos que somos capazes de ir muito mais além.
Descobrimos uma força mágica que nos ergue, nos anima, e não raro, nos descobrimos confortando aqueles que vieram para nos confortar.
Um dia, um anjo passou por mim...
Meu anjo veio na forma de uma criança já com 11 anos, calejada, porém por 2 longos anos de tratamentos os mais diversos, hospitais, exames, manipulações, injeções, e todos os desconfortos trazidos pelos programas de quimioterapias e radioterapia.
Um dia, cheguei ao hospital de manhã cedinho e encontrei meu anjo sozinho no quarto. Perguntei pela mãe. E comecei a ouvir uma resposta que ainda hoje não consigo contar sem vivenciar profunda emoção.
Meu anjo respondeu:
- Tio, disse-me ela, às vezes minha mãe sai do quarto para chorar escondido nos corredores. Quando eu morrer, acho que ela vai ficar com muita saudade de mim. Mas eu não tenho medo de morrer, tio. Eu não nasci para esta vida!
Pensando no que a morte representava para crianças, que assistem seus heróis morrerem e ressuscitarem nos seriados e filmes, indaguei:
- E o que morte representa para você, minha querida?
- Olha tio, quando agente é pequena, às vezes, vamos dormir na cama do nosso pai e no outro dia acordamos no nosso quarto, em nossa própria cama não é? (Lembrei minhas filhas, na época crianças de 6 e 2 anos, costumavam dormir no meu quarto e após dormirem eu procedia exatamente assim.)
- É isso mesmo, e então?
- Vou explicar o que acontece, continuou ela: Quando nós dormimos, nosso pai vem e nos leva nos braços para o nosso quarto, para nossa cama, não é?
- É isso mesmo querida, você é muito esperta!
- Olha tio, eu não nasci para esta vida! Um dia eu vou dormir e o meu Pai vem me buscar. Vou acordar na casa Dele, na minha vida verdadeira!
Fiquei boquiaberto, não sabia o que dizer. Chocado com o pensamento deste anjinho, com a maturidade que o sofrimento acelerou, com a visão e grande espiritualidade desta criança, fiquei parado, sem ação.
- E minha mãe vai ficar com muitas saudades minha! - emendou ela.
Emocionado, travado na garganta, contendo uma lágrima e um soluço, perguntei ao meu anjo:
- E o que saudade significa para você, minha querida?
- Não sabe não tio? Saudade é o amor que fica!
Hoje, aos 53 anos de idade, desafio qualquer um dar uma definição melhor, mais direta e mais simples para a palavra saudade: é o amor que fica!
O reconhecimento das nossas fraquezas
é o primeiro passo para o reparo das nossas perdas.
- Thomas Kempis -