Salve-se quem poder.
Foi assim que eu entrei pelo cano.
Esse negócio de ser forte não tem nada a ver.
A gente tem é que ser dependente mesmo pra não ficar isolado.
Relaxar, deixar de ser idealista, pragmático, e deixar o barco correr. "Ficar de boreste" mesmo.
Viver única e exclusivamente para o outro mesmo que sem o outro. Herói.
Como? Forçando a barra.
Estou de volta para rotina, ruído de máquinas, murmúrios e conversas ao fundo, e a inquietação volta.
É o humor, como ele muda! É uma bioquímica muito interessante para ser estudada.
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